Com intervenção na Região da Lezíria do Tejo
FOI CRIADA A COMISSÃO INSTALADORA DO BANCO ALIMENTAR CONTRA A FOME DE SANTARÉM
Foi constituída, no passado dia 27 de Novembro, a ASSOCIAÇÃO DE SANTARÉM CONTRA A INSUFICIÊNCIA ALIMENTAR (ASCIA), uma Associação de Solidariedade Social que tem como objecto contribuir para a resolução do problema de insuficiência alimentar de famílias e pessoas na área geográfica da Lezíria do Tejo.
Esta Associação é a Comissão Instaladora do Banco Alimentar Contra a Fome de Santarém, que será o 15.º Banco Alimentar do país, que prevê realizar a campanha de recolha alimentar de Maio de 2009, semelhante à que decorreu no último fim-de-semana.
Até lá a ASCIA vai preparar toda a logística necessária, com o apetrechamento do Armazém sito no Jardim de Cima, em Santarém, bem como a outorga dos contratos com as IPSS da sua área de intervenção, que serão as responsáveis pela distribuição dos alimentos às famílias carenciadas.
Prevê-se o inicio de actividade já no próximo mês de Janeiro de 2009, com contactos junto de empresas produtoras e distribuidoras de alimentos e a estruturação da rede de distribuição, estando já a ser contactadas as IPSS da Lezíria do Tejo, bem como o estabelecimento de contactos institucionais com as Câmaras Municipais e empresas privadas que queiram contribuir com donativos para o Banco Alimentar.
No próximo dia 11 de Dezembro, pelas 21,30 h, na Sala do Definitório da Santa Casa da Misericórdia de Santarém, terá lugar uma apresentação do Banco Alimentar Contra a Fome, com a presença da Presidente da Federação dos Bancos Alimentares, Dr.ª Isabel Jonet.
Esta Associação surge com o grande objectivo de agregar voluntários em torno desta acção de DÁDIVA E PARTILHA, combatendo o desperdício de alimentos, canalizando-os para consumo pelas famílias carenciadas, que sofrem de fome, de acordo com os princípios e padrões do Banco Alimentar, numa altura em que a conjuntura obriga a um esforço de todos... um pequeno contributo de cada pessoa e de empresas pode ajudar a minorar o problema da fome e a comprovar que a sociedade civil se pode substituir, com vantagens, ao Estado na resolução de alguns problemas com que se confrontam as sociedades modernas.
Alguns dados relativos à actividade dos Bancos Alimentares
Os Bancos Alimentares Contra a Fome distribuem os géneros alimentares recorrendo a Instituições de Solidariedade Social por si seleccionadas e acompanhadas em permanência. Incentivam as visitas domiciliárias e o acompanhamento muito próximo e individualizado de cada pessoa ou família necessitada, de forma a ser possível efectuar, em simultâneo, um verdadeiro trabalho de inclusão social.
A actividade dos Bancos Alimentares Contra a Fome prolonga-se ao longo de todo o ano. Para além das campanhas de recolha em supermercados, organizadas duas vezes por ano, os Bancos Alimentares Contra a Fome recebem diariamente excedentes alimentares doados pela indústria agro-alimentar, pelos agricultores, pelas cadeias de distribuição e pelos operadores dos mercados abastecedores. São assim recuperados produtos alimentares que, de outro modo, teriam como destino provável a destruição. Estes excedentes são recolhidos localmente e a nível nacional no estrito respeito pelas normas de higiene e de segurança alimentar. Deste modo, para além de combaterem de forma eficaz as carências alimentares, os Bancos Alimentares Contra a Fome lutam contra uma lógica de desperdício e de consumismo, apanágio das sociedades actuais.
Em 2007, os treze Bancos Alimentares Contra a Fome operacionais distribuíram um total de 19.919 toneladas de alimentos (equivalentes a um valor global estimado superior a 25.955 milhões de euros), ou seja, um movimento médio de 79,7 toneladas por dia útil.
A actividade dos Bancos Alimentares norteia-se pelo princípio genérico da “recolha local, ajuda local”, aproximando os dadores dos beneficiários e permitindo uma proximidade entre quem dá e quem recebe. Possibilita o encontro entre voluntários e instituições beneficiárias, por um lado, e entre fornecedores da indústria agroalimentar, empresas de serviços, poderes públicos e o público em geral, em especial durante os fins-de-semana das campanhas de recolha, em que todos trabalham lado a lado por uma causa comum: a luta contra as carências alimentares e a fome.
FOI CRIADA A COMISSÃO INSTALADORA DO BANCO ALIMENTAR CONTRA A FOME DE SANTARÉM
Foi constituída, no passado dia 27 de Novembro, a ASSOCIAÇÃO DE SANTARÉM CONTRA A INSUFICIÊNCIA ALIMENTAR (ASCIA), uma Associação de Solidariedade Social que tem como objecto contribuir para a resolução do problema de insuficiência alimentar de famílias e pessoas na área geográfica da Lezíria do Tejo.
Esta Associação é a Comissão Instaladora do Banco Alimentar Contra a Fome de Santarém, que será o 15.º Banco Alimentar do país, que prevê realizar a campanha de recolha alimentar de Maio de 2009, semelhante à que decorreu no último fim-de-semana.
Até lá a ASCIA vai preparar toda a logística necessária, com o apetrechamento do Armazém sito no Jardim de Cima, em Santarém, bem como a outorga dos contratos com as IPSS da sua área de intervenção, que serão as responsáveis pela distribuição dos alimentos às famílias carenciadas.
Prevê-se o inicio de actividade já no próximo mês de Janeiro de 2009, com contactos junto de empresas produtoras e distribuidoras de alimentos e a estruturação da rede de distribuição, estando já a ser contactadas as IPSS da Lezíria do Tejo, bem como o estabelecimento de contactos institucionais com as Câmaras Municipais e empresas privadas que queiram contribuir com donativos para o Banco Alimentar.
No próximo dia 11 de Dezembro, pelas 21,30 h, na Sala do Definitório da Santa Casa da Misericórdia de Santarém, terá lugar uma apresentação do Banco Alimentar Contra a Fome, com a presença da Presidente da Federação dos Bancos Alimentares, Dr.ª Isabel Jonet.
Esta Associação surge com o grande objectivo de agregar voluntários em torno desta acção de DÁDIVA E PARTILHA, combatendo o desperdício de alimentos, canalizando-os para consumo pelas famílias carenciadas, que sofrem de fome, de acordo com os princípios e padrões do Banco Alimentar, numa altura em que a conjuntura obriga a um esforço de todos... um pequeno contributo de cada pessoa e de empresas pode ajudar a minorar o problema da fome e a comprovar que a sociedade civil se pode substituir, com vantagens, ao Estado na resolução de alguns problemas com que se confrontam as sociedades modernas.
Alguns dados relativos à actividade dos Bancos Alimentares
Os Bancos Alimentares Contra a Fome distribuem os géneros alimentares recorrendo a Instituições de Solidariedade Social por si seleccionadas e acompanhadas em permanência. Incentivam as visitas domiciliárias e o acompanhamento muito próximo e individualizado de cada pessoa ou família necessitada, de forma a ser possível efectuar, em simultâneo, um verdadeiro trabalho de inclusão social.
A actividade dos Bancos Alimentares Contra a Fome prolonga-se ao longo de todo o ano. Para além das campanhas de recolha em supermercados, organizadas duas vezes por ano, os Bancos Alimentares Contra a Fome recebem diariamente excedentes alimentares doados pela indústria agro-alimentar, pelos agricultores, pelas cadeias de distribuição e pelos operadores dos mercados abastecedores. São assim recuperados produtos alimentares que, de outro modo, teriam como destino provável a destruição. Estes excedentes são recolhidos localmente e a nível nacional no estrito respeito pelas normas de higiene e de segurança alimentar. Deste modo, para além de combaterem de forma eficaz as carências alimentares, os Bancos Alimentares Contra a Fome lutam contra uma lógica de desperdício e de consumismo, apanágio das sociedades actuais.
Em 2007, os treze Bancos Alimentares Contra a Fome operacionais distribuíram um total de 19.919 toneladas de alimentos (equivalentes a um valor global estimado superior a 25.955 milhões de euros), ou seja, um movimento médio de 79,7 toneladas por dia útil.
A actividade dos Bancos Alimentares norteia-se pelo princípio genérico da “recolha local, ajuda local”, aproximando os dadores dos beneficiários e permitindo uma proximidade entre quem dá e quem recebe. Possibilita o encontro entre voluntários e instituições beneficiárias, por um lado, e entre fornecedores da indústria agroalimentar, empresas de serviços, poderes públicos e o público em geral, em especial durante os fins-de-semana das campanhas de recolha, em que todos trabalham lado a lado por uma causa comum: a luta contra as carências alimentares e a fome.